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Porque é que as células
estaminais são importantes
para o nosso organismo?

As células estaminais são células que têm a capacidade única de se autorrenovarem e dividirem indefinidamente, contribuindo para a reparação de tecidos danificados ou substituindo células que vão morrendo.

O SANGUE e TECIDO do cordão umbilical são duas fontes ricas em células estaminais, que apenas no momento do parto podem ser recolhidas, num processo indolor e sem qualquer risco para a mãe ou bebé.
Mais info - Células Estaminais
Porque é que as células estaminais são responsáveis pelo nosso bem-estar?
> As células estaminais
Video As células estaminais
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"Têm aparecido nos últimos anos vários estudos promissores testando o seu campo terapêutico autólogo em doenças anteriormente sem tratamento (Diabetes tipo 1 e Paralisia cerebral)."
Doutor David Ferreira,
Responsável Médico da Crioestaminal

Porquê criopreservar
as células estaminais?

A criopreservação é a técnica que permite guardar as células estaminais, por períodos alargados de tempo (25 anos), sem que percam a sua viabilidade.

Ao criopreservar as células estaminais do SANGUE e TECIDO do cordão umbilical garante que estas estarão imediatamente disponíveis para o seu bebé ou para os seus familiares, em qualquer momento, caso sejam necessárias, permitindo o seu uso no tratamento de doenças passíveis de serem tratadas com estas células estaminais.

Desde o primeiro transplante com sangue do cordão umbilical em 1988, já foram feitos mais de 25.000 transplantes para o tratamento de diversas doenças, nomeadamente, sanguíneas, oncológicas, medulares, metabólicas, imunológicas.
Mais info - Criopreservar
> O nosso laboratório
O nosso laboratório

Porquê escolher
a Crioestaminal?

Veja aqui o testemunho das nossas familias
  • Preferida pelas famílias portuguesas, + 50.000 famílias escolheram
  • 1ª empresa a oferecer o serviço de criopreservação em Portugal e com + experiência acumulada
  • 7 casos de utilização de amostras
  • 1ª empresa autorizada pela ASST e única em Portugal acreditada pela AABB - Associação Americana de Bancos de Sangue
  • Serviço mais completo: Sangue + Tecido para 25 anos
  • Tecido do cordão umbilical – serviço inovador e único autorizado em Portugal
  • Apoio ao tratamento, até 20.000€, em caso de utilização das células estaminais do sangue do cordão umbilical
  • Aposta em Investigação & Desenvolvimento
Planos de preços + serviços
> O processo de criopreservação
video - O processo de criopreservação
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Como aderir?

A Crioestaminal oferece diferentes opções de acordo com as necessidades de cada família.
ADQUIRIR O CRIOKIT
Deve aderir ao serviço de criopreservação até dois meses antes do parto. Para isso, pode adquirir o Criokit através da Crioestaminal ( aqui ou Nº Verde 808 26 73 26) ou numa farmácia. Se estiver a menos de dois meses, entre em contacto connosco.

O Criokit inclui todo o material necessário para a colheita do sangue e do tecido do cordão umbilical, sendo posteriormente entregue no laboratório de criopreservação da Crioestaminal onde as amostras serão processadas.
PREPARAR A CRIOPRESERVAÇÃO
Após a receção do Criokit, a grávida deve enviar o "Questionário para avaliação clínica – Consentimento informado" e o exemplar do "Contrato" devidamente preenchido, até 30 dias antes do parto.
O GRANDE DIA!
Imediatamente a seguir ao nascimento do bebé e antes da expulsão da placenta, a equipa médica faz a colheita do sangue e do tecido do cordão umbilical, caso os pais assim o desejem.


Após o parto, os pais devem
contactar-nos para agendarmos a recolha do CrioKit com a empresa transportadora que o fará chegar ao nosso laboratório de criopreservação.
CHEGAM OS RESULTADOS
Os pais serão informados do resultado da criopreservação das células estaminais após a amostra ter sido processada e analisada. Se a amostra for criopreservada, procede-se ao envio da fatura. No caso da amostra não cumprir os critérios de modo a poder vir a ser utilizada futuramente, esta não é criopreservada, sendo os Pais devidamente informados, e não tendo neste caso de proceder a nenhum pagamento adicional.

Posteriormente, a família recebe o Certificado de Armazenamento, no qual segue a informação relativa à amostra.

As células estaminais são conservadas por um período de 25 anos, de acordo com a decisão dos pais e podem ser solicitadas em qualquer altura, mediante requisição médica.
Planos de preços + serviços
Processamento e Criopreservação das células hematopoiéticas
Processamento e Criopreservação das células mesenquimais
NA 2ª FASE:
O pagamento será efetuado, por débito direto, 2 dias após a chegada da amostra ao laboratório.

Caso deseje, poderá optar pelo PAGAMENTO FASEADO da 2ª fase do serviço.
Saiba mais AQUI.
Promoção não acumulável com outras ofertas em vigor.

Valores com IVA incluído. Preços sujeitos a alterações nos termos da legislação aplicável.
Descontos
Gémeos - Desconto de 50% na 2º Fase do serviço criopreservação do segundo bebé
995€ + 790€
na criopreservação do Sangue ou Tecido do Cordão Umbilical
Caso ambas as amostras sejam criopreservadas com sucesso.
Nota: Os descontos não são cumulativos entre si.
Facilidades de pagamento
O valor, correspondente à 2ª prestação do serviço, poderá ser pago a pronto pagamento ou através de um pagamento faseado, a partir de 27,94€ (para 48 mensalidades com TAEG a 13,7%), para que todas as famílias possam aceder ao serviço de criopreservação.

Poderá pagar o serviço, através de pagamentos faseados, nas seguintes modalidades:

Sangue ou Tecido
995€
Desde 27,94€/mês
(para 48 mensalidades com TAEG a 13,7%)
Sangue ou Tecido + Testes
1.295€
Desde 30,39€/mês
(para 60 mensalidades com TAEG a 13,1%)
Sangue + Tecido
1.990€
Desde 45,45€/mês
(para 60 mensalidades com TAEG a 12,5%)
Sangue + Tecido + Testes
2.290€
Desde 51,94€/mês
(para 60 mensalidades com TAEG a 12,4%)

Consulte aqui as tabelas com todas as modalidades de financiamento e respetivas TAEG.
Babygene – Painel de suscetibilidade a fatores de risco
A Crioestaminal disponibiliza um painel de testes para o recém-nascido destinado a identificar risco (genético) de desenvolvimento de patologias bastantes frequentes e facilmente evitáveis.
Estas doenças desenvolvem-se quando existe predisposição genética e fatores ambientais. Logo, a identificação de uma variante genética não indica que o bebé terá inevitavelmente problemas de saúde, mas, permite adotar um modo de vida e rotinas que possam evitar a exposição a fatores de risco e, assim ajudar a prevenir o aparecimento da doença ou sintomas.


INTOLERÂNCIA À LACTOSE

Afeta cerca de 15% da população e é provocada pela diminuição da atividade da Lactase, enzima que permite digerir a Lactose, um tipo de açúcar que se encontra no Leite e derivados. Esta patología caracteriza- se por dificuldades em digerir e absorver este açúcar no intestino originando gases, cólicas e eventualmente diarreia. Evitando a ingestão de determinados alimentos, nomeadamente, productos lácteos previne-se o parecimento de sintomas e o desenvolvimento de complicações para a saúde do bebé.

> Cuidados a ter

Limitar ou evitar a ingestão de produtos com leite e / ou derivados:
  • Todo o tipo de leite, gordo, meio - gordo, magro, em pó, evaporado, condensado, …
  • Nata, para bater ou cozinhar, Chocolates de leite, gelados e batidos
  • Queijo, requeijão, queijo fresco, queijo para barrar
  • Alimentos, sobremesas, pastelaria e molhos que contenham leite, ou derivados, na sua produção
  • Medicamentos que contenham lactose
  • O queijo curado, a manteiga, o leite próprio para intolerantes à lactose e os iogurtes podem consumir-se com moderação, pois a quantidade de Lactose presente é significativamente menor



INTOLERÂNCIA FRUTOSE

Consiste numa dificuldade de digerir a Frutose, um açúcar que se encontra essencialmente na fruta, devido à baixa atividade da enzima Aldolase B. Provoca problemas na absorção deste açúcar a nível do intestino, o que leva ao aparecimento dos sintomas mais comuns: gases, sensação de barriga inchada, cólicas abdominais e diarreia. Esta intolerância está presente em cerca de 2% da população e é fácilmente evitável através de adoção de uma dieta que exclua determinados alimentos que possam conter frutose.

> Cuidados a ter

Todos os alimentos que contenham frutose não devem ser ingeridos:
  • Todas as frutas, ao natural ou preparadas, nos iogurtes, sobremesas, doces (especialmente os para diabéticos ou os dietéticos) e marmeladas, frutas cozidas, em assados ou secas, …
  • Alguns vegetais, como ervilhas, lentilhas, feijão branco, milho, pepino, soja, tomate, repolho, nabo, …
  • Todos os doces ou adoçantes que contenham fruta, frutose, sacarose ou sorbitol, Açúcar de mesa, mel, melaço, xaropes, chocolates, caramelos, gomas, gelados comerciais, …
  • Alimentos, sobremesas, pastelaria, sumos e molhos contenham fruta, frutose, sacarose ou sorbitol
  • Doces e adoçantes elaborados com Glucose (sem frutose, sacarose ou sorbitol) são permitidos



INTOLERÂNCIA AO GLÚTEN (DOENÇA CELÍACA)

1 em cada 200 a 300 recém nascidos possuem intolerância ao Glúten, uma proteína presente no trigo e outros cereais. Quando ingerida ocorre inflamação do intestino e dano das vilosidades coriónicas (local onde ocorre a absorção de nutrientes), dores abdominais e diarreia, podendo originar problemas de subnutrição que se refletem no desenvolvimento e crescimento do bebé. Alimentos contento glúten devem ser totalmente evitados pelos doentes celíacos.

> Cuidados a ter

Pessoas com Doença Celíaca devem ter uma dieta isenta de Glúten, não devem ingerir:
  • Pão e farinha de trigo, centeio, cevada ou aveia ou qualquer produto produzido com estas farinhas
  • Todo o tipo de massas, esparguete, macarrão, cuscuz, …
  • Bolos, doces e salgados, bolachas e pastelaria em geral
  • Chocolates, salvo indicação em contrário do produtor
  • Infusões, bebidas (ex: cerveja) ou alimentos preparados com cereais (malte, cevada, trigo, …)
  • Alguns alimentos podem conter quantidades residuais de Glúten (ex: enchidos, charcutaria, patés, queijo fundido, doces, etc.) não devendo ser ingeridos. Existem papas próprias sem Glúten para os Bebés



SENSIBILIDADE AO FERRO (HEMOCROMATOSE)

A Hemocromatose é caracterizada pelo armazenamento em excesso de ferro no organismo. Esta sobrecarga de ferro nos órgãos pode originar cirrose (fígado), problemas cardíacos, falência dos orgãos e cancro. Esta patología pode ser hereditária, sendo uma das patologias genéticas mais comuns (incidência de 10%), ou adquirida, através de transfusões de sangue, por exemplo. Para evitar a sobrecarga de ferro, as pessoas com predisposição genética, devem adotar hábitos nutricionais e de saúde específicos.

> Cuidados a ter

Pessoas com predisposição genética para acumulação de Ferro têm de tomar alguns cuidados:
  • Não devem ingerir suplementos vitamínicos com ferro ou vitamina C
  • Devem vacinar-se contra as Hepatites A e B
  • Os adultos devem evitar o consumo de álcool e de marisco cru
  • Em certos casos deve limitar-se a ingestão de verduras (nomeadamente os ricos em ferro, ex: espinafres) e fígado de animais
  • As pessoas portadoras de 2 ou mais mutações, possuem risco acrescido, devendo ser acompanhadas clinicamente e realizar análises regulares (a partir dos 30 anos, nos homens, e dos 40 anos, nas mulheres)



SENSIBILIDADE AOS RAIOS ULTRA-VIOLETA (UV)

A radiação UltraVioleta, emitida pelo sol, provoca alterações na produção de Melania. Esta proteína, sintetizada ao nivel da pele, atua como barreira protetora prevenindo queimaduras solares, envelhecimento precoce e mesmo o aparecimento de cancro de pele (melanoma). Existe uma associação direta entre o início e tempo de exposição ao Sol e o risco de desenvolvimento deste cancro. Devem ser adotados cuidados adicionais com as as crianças que possuam maior sensibilidade aos UV.

> Cuidados a ter

Nas crianças/pessoas com maior variantes devem adotar-se alguns cuidados:
  • Usar protetor solar desde a infância, com um índice mínimo de 30 (mesmo que esteja nublado)
  • Colocar protetor 1 hora antes da exposição ao sol e repetir a sua colocação cada 2 horas
  • Evitar a exposição prolongada ao sol e nas horas de maior intensidade (11 e 17 horas)
  • Usar chapéu ou boné e roupa específica anti-UV ou tecidos resistentes e secos (a roupa molhada deixa passar os raios UV mais facilmente)
  • A pele das crianças é mais sensível aos raios UV, os cuidados devem ser redobrados. Bebés até 1 ano, pelo menos, não devem ser expostos directamente ao sol



SENSIBILIDADE PULMONAR E HEPÁTICA (DEFICIÊNCIA DE ALFA – 1 – ANTITRIPSINA)

A Alfa 1 Anti-Tripsina (AAT) é uma glucoproteína do sangue, que atua como inibidor de enzimas como a Tripsina, tendo um efeito protetor do tecido pulmonar a agentes agressores. O déficit de AAT, doença genética presente em 5 – 10% dos recém-nascidos, aumenta o risco de lesões hepáticas e/ou pulmonares com gravidade variável. Os portadores de variantes de risco devem adotar medidas preventivas específicas, para minimizar as complicações associadas a esta patologia.

> Cuidados a ter

Alguns hábitos podem ajudar a combater os problemas causados pela falta de AAT:
  • Nos bebés deve-se aumentar o período de amamentação
  • Deve-se tomar suplementos vitamínicos e antioxidantes
  • Adotar um plano de vacinas específicas (ex: gripe, pneumococos, …)
  • Evitar fumos e ambientes poluídos, os adultos devem evitar fumar (tabaco)
  • Não existe um tratamento específico para esta doença. O diagnóstico e tratamento atempado de infecções pulmonares, que podem agravar significativamente o estado de saúde destes doentes, é essencial



Vantagens Babygene:

  • Detetar precocemente alguma intolerância / sensibilidade e prevenir complicações graves
  • Realizar a análise sem risco ou dor para o Bebé, ao ser feita no SCU evita picar bebé posteriormente, aquando do aparecimento dos sintomas
  • Um resultado negativo permite ‘descartar’ os fatores genéticos previstos neste painel. Mesmo que a criança apresente um distúrbio digestivo / alimentar (intolerancia alimentar) o diagnóstico poderá ser mais rápido


Como funciona

  • Ao subscrever o serviço de criopreservação das células estaminais do Sangue do Cordão Umbilical, poderá optar pela realização do Painel BABYGENE, análises genéticas de susceptibilidade a fatores de risco
  • No Criokit encontrará uma Requisição + Consentimento Informado necessária para realizar este despiste genético, aconselhamos que a leia com atenção e que preencha e envie, em conjunto com a restante documentação, até 30 dias antes da data prevista para o parto
  • Quando a amostra chega ao Laboratório o Sangue do Cordão Umbilical é processado, e um pequeno volume da amostra (normalmente descartado após análise) é enviado ao CGC Genetics para análise
  • No espaço de 1 mês é obtido o resultado e enviado

A realização das análises deste Painel deverá ser sempre acompanhada pelo médico assistente e/ou pediatra do Bebé.